quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Força do grupo: Jogo coletivo do ABC chama atenção e orgulha Geninho:

 

O ABC encarou o Guarani no primeiro jogo das semifinais da Série C com duas peças de reposição: Caio Mancha e Márcio Passos substituíram os suspensos Nando e Anderson Pedra. O primeiro foi responsável pela assistência no primeiro gol de Jones Carioca, escorando a bola de cabeça após cobrança de escanteio para o artilheiro marcar, e teve boa atuação no Frasqueirão. Márcio Passos foi um verdadeiro "cão de guarda" em cima de Fumagalli,

Neutralizando o artilheiro do Bugre. Essas atuações vêm para aumentar a confiança do técnico Geninho em relação ao grupo de jogadores que tem em mãos. O Márcio Passos foi bem na função de marcação, com a mesma pegada (do Anderson Pedra). É isso que deixa o treinador tranquilo. Às vezes, eu tomo um ou dois cartões, perco um ou dois jogadores, e, enquanto todo mundo fica apavorado, eu estou tranquilo porque sei que a recomposição é boa.

Caio Mancha fez a mesma função do Nando. Nós não perdemos praticamente nada. O Márcio não deixou o Fumagalli jogar. É isso que faz o ABC um time forte: o grupo. Eu já falei. Eu não tenho 11 titulares. Tenho, no mínimo, 18. O Echeverría quando entra dá conta do recado. Quando precisei do Gustavo (Bastos), ele estava lá. Isso me deixa muito tranquilo - declarou Geninho, se referindo à atuação do Gustavo Bastos contra o Botafogo-SP, em que substituiu Léo Fortunato.

A goleada de domingo foi protagonizada por Lúcio Flávio e Jones Carioca, e mostrou que o ABC está com o entrosamento afiado dentro de campo. O time apostou na posse de bola e na pressão sobre o Guarani e poderia ter feito um resultado ainda mais dilatado, se não fosse a atuação do goleiro Leandro Santos. Depois de um início de temporada inconstante,

O  Mais Querido evoluiu na Série C e não relaxou após a conquista do acesso, buscando o bicampeonato com a mesma vontade demonstrada diante do Botafogo-SP. O time vem crescendo. Nós estamos chegando na final muito bem. O time que tem quase um ano de trabalho e chega correndo como nós estamos correndo, rodando como nós estamos rodando, marcando sem deixar espaços como nós estamos marcando... É um time ofensivo, com três atacantes, e mesmo assim não deixa o adversário jogar. Estamos fazendo um futebol moderno, de conjunto, um futebol de grupo. E o mérito é deles (jogadores).

Nós de repente não temos um grande destaque: no jogo passado, foi Erivélton, desta vez foram Lúcio e Jones. É bom que o grupo tenha essas soluções alternadas. Você observa muito, vê muito, tenta ajudar e fica muito satisfeito quando vê tudo que foi trabalhado na semana, tudo aquilo que você conversa, ser colocado em prática de uma maneira tão positiva quanto está sendo - declarou Geninho.

Globo Esporte RN

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