terça-feira, 3 de março de 2015

Com retrospecto favorável na 1ª fase da Copa do Brasil, ABC encara Boavista

Nas últimas cinco participações na competição nacional, o Alvinegro conquistou a vaga para a segunda fase do torneio

O ABC terá nesta quarta-feira (4) o primeiro compromisso na Copa do Brasil 2015 diante do Boavista-RJ, no Rio de Janeiro. Na partida marcada para às 16h, no estádio Bacaxá, o Alvinegro contará com o retrospecto que anima o torcedor. Nas cinco últimas participações na competição nacional, o clube conseguiu passar da fase inicial com folga.
 
 
A última vez que o time potiguar não conquistou a vaga para a segunda fase foi em 2008. Na ocasião, o tropeço veio na disputa de pênaltis com o Madureira-RJ. As equipes empataram as duas primeiras partidas por 1 a 1, mas os cariocas venceram por 4 a 3 nas cobranças dos tiros livres.
 
Após a meteórica participação de 2008, o ABC despachou o Fast Clube-AM na fase inicial de 2009 (5 a 1), Barras-PI em 2011 (3 a 2) e Trem-AP em 2012 (5 a 0). Em todas as oportunidades, a eliminação do Alvinegro veio na fase seguinte.
 
Diante disso, a melhor campanha havia sido em 2013, quando o Mais Querido bateu o Parnahyba-PI (3 a 1), Sport-PE (5 a 2) e só não garantiu vaga nas oitavas de final porque não segurou o Goiás na partida fora de casa (3 a 0) e ficou no empate por 1 a 1 no Frasqueirão.
 
Esses números foram superados no ano passando, quando o ABC iniciou passando pela desportiva por 4 a 2 no placar agregado da primeira fase e chegou até as quartas, onde foi eliminado para o Cruzeiro encerrou a competição na 5ª colocação. É a melhor posição de um clube norte-riograndense na história da Copa do Brasil, superando o 7º lugar conquistado pelo Baraúnas em 2005.
 
É com esse retrospecto que o Alvinegro tentará, diante do Boavista, manter o bom rendimento na primeira fase da Copa do Brasil, para depois buscar superar o desempenho histórico da última participação na competição nacional.
 
Fonte: Portal no Ar

CBF divulga tabela da Série A e pode tirar pontos de time que atrasa salário

Punição é aprovada pelos clubes e depende de denúncia do jogador. Bom Senso é contra o modelo. Abertura do campeonato terá duelo entre Cruzeiro e Corinthians

Atual bicampeão brasileiro, o Cruzeiro enfrentará na primeira rodada da Série A de 2015 o Corinthians, que o venceu duas vezes em 2014. A tabela completa (clique aqui e confira) foi divulgada nesta segunda-feira, no conselho técnico da CBF. Mas o assunto que chamou a atenção na reunião, com a presença de deputados e representantes dos times, foi a punição para equipes que atrasam os salários de seus jogadores, inclusive com possibilidade de perda de pontos na tabela. Os representantes dos clubes aprovaram a medida por unanimidade, já para a edição deste ano, e falta agora definir qual será a maneira de aplicar a punição.

A medida de punir os atrasos já é aplicada no Campeonato Paulista, em que o jogador pode denunciar o próprio clube quando o salário atrasa por mais de 15 dias. O Brasileirão de 2014, em suas quatro séries, teve vários casos de times que atrasaram pagamentos. A ideia é que, em 2015, os jogadores possam recorrer à Justiça Desportiva - e não apenas à Justiça Comum - caso sofram com os atrasos.
O gerente de futebol do Corinthians, Edu Gaspar, que esteve na reunião, explicou que os clubes aprovaram a ideia, mas a regulamentação ainda não está definida.
- Será um fair play trabalhista, é em cima do regime de CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Os clubes terão que cumprir todas as questões legais. Hoje creio que demos um passo grande, por mais que não tenha sido maior do que o que todos esperavam. Todos os presidentes estavam de acordo. Mas isso ainda vai ser passado aos clubes, como será feito. Houve a votação, foi unanimidade que essa regulamentação será adotada. O modelo será o do Campeonato Paulista - afirmou Edu.


No Paulistão, os jogadores podem fazer a comunicação ao Tribunal de Justiça Desportiva se o atraso for superior a 15 dias a partir do vencimento. O TJD, então, fixa um prazo para o clube liquidar a obrigação com o atleta. Caso não resolva questão, o clube perde três pontos por partida disputada após reconhecido o descumprimento das obrigações.

 Bom Senso é contra o modelo

O movimento Bom Senso, que não participou da discussão, é contra esse modelo. Ricardo Martins, diretor do grupo, alega que o jogador pode ficar em situação delicada, com a obrigação de denunciar o próprio clube.
- O papel do Bom Senso foi ter levantado essa bandeira. Mas não fomos consultados. Pelo que vi, é parecido com o que acontece na Federação Paulista, que é absolutamente ineficiente, que em quatro anos puniu dois ou três clubes. Depende de os atletas fazerem a denúncia. Quando é denuncista, tende a não funcionar, porque o atleta não tem motivos para acionar o clube. É o contrário: ele tem motivos para não denunciar. É difícil considerar um avanço. Vamos ver na prática - afirmou Ricardo.
O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr, também explicou que houve um acordo para estipular punições aos atrasos, mas ressaltou que a forma da punição ainda não está definida.

- Para isso teria que ser editada uma normatização, se vai ser só a perda do vínculo com o jogador, os direitos federativos, isso não ficou ajustado. Poderá vir isto, mas neste momento não há, porque não saiu a normatização. Se tiver alguma punição por perda de pontos, terá de ser incluída no regulamento. Eu defendo uma situação até mais ampla, que o Congresso e o governo agilizem a regulamentação de todo o fair play, o trabalhista, o tributário, que se tenha um marco regulatório do futebol brasileiro. E que aí sim possa ser penalizado com perda de pontos, rebaixamento e outras punições - afirmou Romildo Bolzan, em entrevista ao SporTV após a reunião na CBF.
Clássicos nacionais na primeira rodada
O jogo entre Cruzeiro e Corinthians não será no Mineirão. A equipe mineira cumprirá suspensão com perda de um mando de campo por causa da briga entre torcidas no clássico com o Atlético-MG em 21 de setembro do ano passado. O São Paulo, atual vice-campeão, estreia contra o Flamengo no Morumbi. Terceiro colocado, o Internacional encara o Atlético-PR na Arena da Baixada. O Vasco, que está de volta à Série A após um ano, abre sua caminhada contra o Goiás em São Januário. Campeão da Série B, o Joinville encara o Fluminense fora de casa. Os jogos serão disputados nos dias 9 e 10 de maio. A CBF informou que divulgará os documentos técnicos com detalhes da competição dentro dos prazos exigidos pelo Estatuto do Torcedor.

Confira a primeira rodada:

Cruzeiro x Corinthians
São Paulo x Flamengo
Sport x Figueirense
Fluminense x Joinville
Chapecoense x Coritiba
Atlético-PR x Internacional
Grêmio x Ponte Preta
Avaí x Santos
Vasco x Goiás
Palmeiras x Atlético-MG
Fonte: Globo Esporte

Comissão técnica se irrita com Sheik e manda recado ao tirá-lo da viagem

Atraso para o treino de domingo foi determinante para Emerson ser vetado do jogo contra San Lorenzo. Timão tenta evitar que atacante escolha partidas que quer atuar

A inflamação no joelho direito não foi o único motivo que afastou Emerson da partida do Corinthians contra o San Lorenzo, nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), em Buenos Aires, pela Taça Libertadores. A postura de Sheik não vem agradando a comissão técnica e a diretoria do Timão nos últimos dias. Depois de boas atuações nos primeiros jogos da temporada, a renovação de contrato pode ficar mais distante por causa da indisciplina.



Apesar das promessas de bom comportamento no retorno ao clube, Emerson continua se atrasando aos treinamentos, como acontecia na passagem anterior. Costumeiramente, é um dos últimos a chegar ao CT Joaquim Grava para as atividades. Em algumas vezes, já tendo estourado o horário determinado por Tite e seus auxiliares.
O ápice da irritação da comissão técnica aconteceu no último domingo. Os jogadores que não enfrentariam o Mogi Mirim, à tarde, na arena, tinham de se apresentar no centro de treinamentos para cumprir a carga de trabalho. Sheik apareceu com o tempo bastante avançado e, como havia reclamado de um desconforto no joelho no trabalho de sábado, permaneceu em tratamento no departamento médico.
O problema deixou furioso o preparador físico Fábio Mahseredjian, responsável pelos treinos no dia. Tite foi comunicado e também não gostou. Mesmo assim, o técnico colocou Emerson em campo no treino tático de segunda-feira pela manhã. O jogador se movimentou normalmente e não mostrou nenhuma restrição física, permanecendo em campo até para o trabalho de finalização.
Depois da atividade, os departamentos físico e médico se reuniram com Tite para determinar o que fazer. Ficou decidido que Sheik não seria utilizado na Argentina e teria de permanecer em São Paulo para uma carga complementar de treinamentos. A justificativa dada foi de que ele não tinha condições para suportar os 90 minutos de uma partida oficial.
 O veto na véspera do embarque para Buenos Aires tem a função de um susto para mostrar que apenas o empenho dentro de campo não será suficiente para escalar a equipe. Tite quer os jogadores comprometidos com o trabalho. Além disso, a medida tenta impedir que outros atletas possam cometer atos de indisciplina, sobretudo pela influência que Sheik possui entre os mais jovens do grupo.
Por outro lado, Tite terá de combater algo que ele mesmo criou. Em 2012, o treinador ignorou diversos erros de conduta de Emerson por causa do bom futebol. Sheik foi decisivo na campanha do título da Libertadores, mas, em seguida, se acomodou e passou todo o segundo semestre apagado. O resultado foi um desempenho muito abaixo do esperado nas duas partidas que levaram o clube ao título do Mundial de Clubes.

– Emerson escolhe a partida que quer jogar. Ele jamais imaginou ficar fora dessa na Argentina – disse um integrante do Corinthians que pediu para não ser identificado. 

Na noite desta segunda-feira, o jogador postou uma foto em uma rede social, na qual está ao lado de Tite, com a legenda "mais uma lição com certeza".

Sheik atuou pela última vez na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, dia 18 de fevereiro, pela estreia na fase de grupos da Taça Libertadores. Teve grande atuação no ataque e se desdobrou para ajudar o time na marcação. Deixou o campo aplaudido. Mas, em seguida, sofreu o problema no joelho e perdeu as últimas três partidas, todas válidas pelo Campeonato Paulista (Ituano, Linense e Mogi Mirim).
Como está fora do duelo na Argentina, o atacante continuará tendo treinos a cumprir no CT Joaquim Grava nos próximos dias. Se estiver bem e não cometer novos deslizes, será relacionado para o clássico contra o São Paulo, domingo, às 16h, no Morumbi, pelo Paulistão.




Qualquer ato de indisciplina deve custar caro a Emerson neste primeiro semestre. O jogador tem contrato até 31 de julho de 2015 e precisa de um bom desempenho para renovar. A diretoria não se mostra muito empolgada com a possibilidade e vai esperar os próximos meses para decidir. Tite diz que quer a permanência de todo o elenco até o fim do ano, mas pode abrir mão disso graças aos problemas fora do campo.


Fonte: Globo Esporte SP



Centurión e Kardec iniciam briga pela vaga de Pato contra o Corinthians

Titular não pode atuar por causa de uma cláusula contratual, o que abre uma vaga no sistema ofensivo. Muricy Ramalho terá cinco treinos para encontrar o substituto

A fraca atuação no empate por 0 a 0 com o Rio Claro já é passado no São Paulo. A partir desta terça-feira, o técnico Muricy Ramalho terá cinco dias de treinos para definir como montar o time sem seu artilheiro, Alexandre Pato. Impossibilitado de atuar por causa de uma cláusula contratual, o atacante será desfalque no clássico de domingo, contra o Corinthians, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. O duelo será disputado no Morumbi, a partir das 16h.


O treinador tem duas opções: Centurión e Alan Kardec, cada um com uma característica, o que mudaria a maneira de a equipe atuar. Com o primeiro, seria um time rápido pelas pontas e com apenas uma referência ofensiva. Com o segundo, a equipe ganharia em força dentro da área, com dois centroavantes, que precisariam do apoio constante dos laterais para participarem da partida.
O grande favorito para ficar com a vaga é Centurión, que teria sua segunda oportunidade como titular. Muricy, sempre que pode, reclama que falta profundidade ao time, e isso só ocorre quando se tem velocidade pelas laterais, no entender do treinador. O que joga contra o argentino é que ele ainda está se adaptando e pecando pela irregularidade. Ao mesmo tempo em que teve grande atuação contra o Bragantino, ele foi mal no empate contra o Rio Claro, no último domingo.



Dois aspectos pesam contra Alan Kardec. Foi com ele e Luis Fabiano juntos que o time teve péssima atuação na derrota para o Corinthians por 2 a 0, na estreia da Taça Libertadores. Além disso, o atacante, desde que definitivamente perdeu a posição no time para Luis Fabiano, caiu muito de rendimento.


Contra o Corinthians, Muricy também usou Maicon que, por enquanto, não pode ser escalado, já que discute sua saída para o Grêmio. A tendência é que o treinador comande trabalhos táticos e, no meio de semana, ainda seja realizado algum jogo-treino para que o possível time titular seja testado. Vale lembrar também que o recém-contratado Wesley não está inscrito no Paulistão.
Uma coisa é certa: todos no clube aguardam com ansiedade a chegada da partida de domingo, principalmente porque será a chance de o time tricolor apagar a péssima impressão deixada na derrota sofrida no estádio alvinegro.
Fonte: Globo Esporte SP

Adriano parceiro, R10 gênio, atrito com Cuca: o pingue-pongue de Léo Moura

De saída do Flamengo após 10 anos, lateral-direito cita momentos-chave que viveu no clube de coração e dá opinião também sobre Bruno, Felipe, Liedson, entre outros

São 10 anos de Flamengo. Esse período fez de Léo Moura o sétimo jogador que mais vestiu a camisa rubro-negra, com 518 jogos. As lembranças são muitas, tanto boas quanto ruins. E o lateral-direito guarda na memória todos os detalhes de sua vitoriosa passagem pelo time de coração. Os três títulos nacionais - uma vez o Campeonato Brasileiro e duas vezes a Copa do Brasil -, os cinco Cariocas, mas também os momentos de crise, como fugas de rebaixamento.
Em 10 anos o camisa 2 fez alguns amigos, como o maior deles, Renato Augusto, hoje no Corinthians. Os dois jogaram juntos no Fla entre 2005 e 2008. A relação com Adriano, o Imperador e ídolo da torcida, também sempre foi muito boa. A torcida, por sinal, é sinônimo de amor eterno para Léo. Ao mesmo tempo, teve atritos com Renato Abreu, por exemplo, e principalmente Cuca. Ronaldinho Gaúcho, segundo o lateral, é gênio. E na hora de apontar o melhor treinador, o escolhido foi Joel Santana.

 Melhor momento no clube:

Léo Moura -
Primeiro título, em 2006. Posso destacar como o melhor por ter sido o primeiro.

Pior momento:
Em 2005, na minha chegada. Até o final do ano foi um momento difícil para sair do rebaixamento.

Vestir o manto pela primeira vez:
Sonho de criança.

Saída após 10 anos:
Cabeça erguida e coração tranquilo.

Melhor treinador que teve no Flamengo:
Joel Santana.

Pior treinador:
Não tive pior, só os melhores.

Melhor amigo no Flamengo:
Renato Augusto.
Pior amigo:
Nunca tive pior amigo. Tive um pouco de dificuldade de relação com o Cuca, mas já passou.

Maior contratação feita pelo Fla enquanto você foi jogador do clube:
Adriano Imperador.

Jogador mais engraçado:
Liedson.

Seu melhor reserva:
Difícil falar, mas que jogou foi o Wellington Silva.

Braçadeira de capitão:
Nunca tive vaidade para usá-la.

Torcida do Flamengo:
Amor eterno.

Momento em que a torcida mais te impressionou:
No dia do meu aniversário (em 2013, contra o Botafogo).

Adriano Imperador:
Amigo, parceiro.

Ronaldinho:
Gênio.

Renato Abreu:
Um grande jogador, mas com quem não tenho muita amizade.

Felipe:
Excelente goleiro. Tem muito para mostrar ainda.

Bruno:
Um dos melhores com quem já joguei.

Vanderlei Luxemburgo:
Excelente técnico.

Camisa 10 do Fort Lauderdale Strikers:
Homenagem a esses 10 anos pelo Flamengo, por isso fiz essa escolha.

Jogar no meio de campo:
Um sonho de criança novamente. Vou procurar fazer o melhor.

Futebol dos EUA:
Está crescendo e quero fazer sucesso.
Fonte: Globo Esporte

domingo, 1 de março de 2015

Baraúnas leva a melhor no clássico de Mossoró e bate o Potiguar de virada

André Tavares e Emerson marcam e asseguram vitória tricolor no Estádio Nogueirão. Daniel abre placar para o Time Macho, que fica em situação complicada na tabela

Solta o Leão! O torcedor do Baraúnas tem um bom motivo para passar a semana feliz. O Tricolor bateu o arquirrival Potiguar por 2 a 1, de virada, e voltou a sonhar com o título do primeiro turno do estadual. Daniel abriu o placar para o Alvirrubro já no segundo tempo, mas André Tavares garantiu o empate logo em seguida. A vitória do Baru veio aos 43 minutos, com Emerson.
Durante o jogo, após sofrer pancada na cabeça, o volante Sorato, do Baraúnas, precisou ser levado de ambulância para um hospital de Mossoró, onde realizou uma tomografia. O jogador passa bem, apesar do susto.



Com a vitória, o Baraúnas chegou aos 10 pontos, na quinta posição. Já o Potiguar fica na sétima colocação, com sete pontos. No próximo domingo, o Potiguar de Mossoró vista o Globo FC no Barretão, em Ceará-Mirim. Ainda cumprindo punição imposta pelo Tribunal de Justiça Desportiva, o Baraúnas vai mandar sua próxima partida no Estádio Walter Bichão, em Macau, onde recebe o Corintians-RN.

Fonte: Globo Esporte RN

Em jogo empolgante, Campinense e Treze empatam em 2 a 2 no Amigão

Galo abre o placar no primeiro tempo, leva a virada no segundo, mas empata no fim

 
Com a presença das duas torcidas no Estádio Amigão, Treze e Campinense protagonizaram um clássico emocionante neste domingo, pelo Campeonato Paraibano. O jogo de número 390 entre os dois times acabou com empate por 2 a 2. O Galo abriu o placar com Marcelo Maciel no primeiro tempo, a Raposa virou com Reginaldo Júnior e Felipe Alves, mas no finalzinho Alisson Santana deixou tudo igual.
 Com o resultado, o Alvinegro se mantém na liderança do estadual, agora com 15 pontos. O Rubro-Negro, que chega ao seu terceiro jogo seguido sem vencer, estacionou na sétima colocação, com oito pontos ganhos. Na próxima rodada, no sábado, o Treze vai enfrentar o Miramar. Por sua vez, o Campinense volta suas atenções para Copa do Nordeste, onde encara o CRB, na quinta-feira.
Marcelo Maciel coloca Galo na frente com bonito gol  
Com o incentivo das duas torcidas nas arquibancadas, o que não acontecia há quatro ano, Treze e Campinense começaram o clássico com disposição. E coube ao time alvinegro chegar primeiro na área adversária. Zotti cobrou falta, mas o zagueiro Rodrigão botou para escanteio. Na sequência, a zaga raposeira afastou o perigo.


A resposta da Raposa foi rápida. Sandrinho cruzou da direita, mas o goleiro Paulo Musse fez a defesa. Galo novamente no ataque. David Modesto fez boa jogada, tabelou com Conrado e finalizou fraco. O Rubro-negro deu o troco em seguida. Luiz Fernando chutou forte de longe. O goleiro trezeano se esticou e de ponta de dedos, botou para escanteio.
Melhor armado taticamente em campo, o Treze abriu o placar aos 24 minutos. Téssio cruzou da esquerda, a bola passou pela zaga raposeira e encontrou Marcelo Maciel. O atacante pegou de primeira no canto esquerdo, sem chances para o estreante Glédson. Festa da torcida trezeana no Amigão.
O Campinense ainda tentou o empate no finalzinho, mas o Galo conseguiu sair para o intervalo com a vitória parcial.  
Raposa muda, vira, mas Galo empata no segundo tempo  
O Campinense voltou ofensivo para o segundo tempo. O técnico Francisco Diá tirou Leandro Santos e Jefferson Recife e colocou os atacantes Reginaldo Júnior e Alvinho. E o Rubro-Negro melhorou com as mudanças. Logo aos três minutos, Reginaldo Júnior chutou, a bola pegou na zaga e ia para dentro do gol. Mas Paulo Musse se esticou todo e desviou para escanteio.
O time trezeano teve chance de ampliar aos 12 minutos. David Modesto recebeu de Marcelo Maciel e de frente para Glédson chutou para fora. Mas aí a Raposa empatou, aos 20 minutos. Após cobrança de escanteio, o atacante Reginaldo Júnior dominou e soltou a bomba de fora da área. O goleiro Paulo Musse não teve como evitar o gol.



Animado, o time rubro-negro virou o placar aos 31 minutos. Após contra-ataque, Alvinho tocou para Felipe Alves, que tocou de perna direita sem chances para Paulo Musse. Apesar do gol sofrido, o Galo não se abateu. Tanto é que nos minutos finais chegou ao empate, com Alisson Santana. Magno cruzou e o zagueiro desviou de cabeça para marcar. Após o gol, ninguém mexeu mais no placar.

Fonte: Globo Esporte PB

No aniversário do Rio, Bota vence o Fla e se isola na liderança do Carioca

No dia dos 450 anos do Rio, Tomas sela vitória do Alvinegro (1 a 0) com gol em que a bola bateu na trave e nas costas de Paulo Victor antes de entrar

O domingo foi de comemoração no Rio de Janeiro, que completou 450 anos. No Maracanã, torcedores de Botafogo e Flamengo fizeram uma bela festa. Mas, no fim, foi o Alvinegro que colocou a cereja no bolo e teve ainda mais motivos para festejar. Com gol de Tomas - a bola bateu na trave e nas costas de Paulo Victor antes de parar no fundo da rede, aos 37 minutos do segundo tempo -, o time de General Severiano selou a vitória por 1 a 0.  Com o resultado, o time se isolou na liderança do Campeonato Carioca, com 19 pontos. O Rubro-Negro, com 14, caiu para a 4 ª colocação. Caso o Fluminense vença o Resende, ainda neste domingo, ultrapassará o Fla.

O Rubro-Negro volta a campo sábado, quando enfrentará o Friburguense, no Maracanã. Já o Alvinegro terá um novo clássico pela frente, domingo, com o Fluminense.



O Flamengo, que teve Léo Moura em seu último jogo oficial pelo clube, começou com maior volume de jogo, buscando o ataque, mas sem conseguir finalizar com perigo. Na primeira chance, Gabriel chutou na rede pelo lado de fora. O Botafogo tinha dificuldade para articular as jogadas e, por vezes, se viu preso no setor defensivo. Jefferson apareceu bem quando o Rubro-Negro conseguiu chegar. Marcelo Cirino foi a principal alternativa do time de Vanderlei Luxemburgo. Já o Alvinegro conseguiu equilibrar as ações a partir dos 30 minutos, melhorou com a entrada de Sassá na vaga de Diego Jardel, teve finalizações, mas o primeiro tempo terminou sem gol, porém, com o Fla superior.

O segundo tempo começou movimentado. O Flamengo logo chegou ao ataque; o Botafogo respondeu bem, mas Paulo Victor evitou o gol. Na arquibancada, torcidas animadas. Aos 25, Diego Giaretta cabeceou para trás e quase fez contra. Jefferson, sempre seguro, evitou. Mas, no ataque, o Alvinegro foi mais objetivo e chegou perto de fazer 1 a 0, com bela cobrança de falta de Thiago Carleto na trave. Aos 37, enfim, motivos para o torcedor botafoguense festejar. Tomas arriscou de fora da área, a bola bateu na trave, voltou nas costas de Paulo Victor, e acabou no fundo da rede. Festa alvinegra no aniversário do Rio.

Fonte: Globo Esporte

Com brilho de Cajá, Ponte mostra ao RB Brasil quem manda no Majestoso

Camisa 10 faz dois gols e lidera vitória alvinegra no primeiro duelo entre as equipes. Macaca chega ao sexto jogo sem derrota e dorme na liderança

Ponte Preta e RB Brasil estão tão perto e tão longe ao mesmo tempo. Podem até dividir o mesmo estádio, ser da mesma cidade e disputar a mesma divisão estadual. Mas é (muito) pouco diante das diferenças entre eles: data de fundação, tradição, história, torcida, glórias... e Renato Cajá. Com dois gols, o meia tratou de aumentar a distância de um time para o outro na noite deste sábado, no Estádio Moisés Lucarelli, pela sétima rodada do Paulistão.

A vitória por 2 a 1 dá mais uma vantagem à Macaca sobre o Toro Loko: a de sair na frente no retrospecto do novo duelo campineiro. De quebra, mostra quem manda de fato e de direito no Majestoso. As portas estão sempre abertas para os convidados, mas quando o anfitrião está na área, a festa tem dono. Lulinha ainda tentou mudar a ordem natural das coisas ao empatar no início do segundo tempo, mas a noite era do camisa 10 da Macaca. Depois de abrir o placar com um golaço, garantiu o triunfo em cobrança de pênalti, para 4.215 pagantes e renda de R$ 62.556,00

Outra vantagem da Ponte está na tabela. O resultado reforçou os momentos distintos das equipes. Enquanto a Macaca completou o sexto jogo de invencibilidade e assumiu a liderança provisória do Grupo 2, com 14 pontos, o RB Brasil chegou à terceira partida seguida sem vitória e se complicou na briga por uma das duas vagas do Grupo 1. Tem oito pontos, seis a menos que o Mogi Mirim, que abre a zona de classificação e ainda joga neste domingo - contra o Corinthians, fora de casa.

Pelo Paulistão, o próximo desafio da Ponte está marcado para sábado, contra o Mogi Mirim, fora de casa. Antes, tem pela frente a estreia na Copa do Brasil, terça-feira, contra o Vilhena, em Rondônia. O RB volta a campo na sexta-feira, quando buscará a reabilitação diante do Audax, novamente no Majestoso.



O jogo

A Ponte marcou território no começo de jogo. Deixou de lado a boa vizinhança e pressionou o RB Brasil com uma marcação adiantada. O objetivo era recuperar a bola e chegar mais rápido à área adversária. A primeira parte da missão cumpriu bem. Mas faltava capricho nos passes. O ímpeto inicial passou, e o RB Brasil equilibrou as ações, mas pouco ameaçou Matheus. Com Bob e Cajá participativos, a Macaca foi retomando o controle aos poucos. De tanto buscar o jogo, o camisa 10 foi recompensado no único minuto do acréscimo ao receber de Roni na cara de Gabriel Leite e tocar por cima para abrir o placar, fazendo justiça ao desempenho dos times no primeiro tempo.



Com a bola rolando, a vantagem da Ponte praticamente não existiu. Se Cajá abriu o placar no último lance do primeiro tempo, Lulinha tirou o prejuízo para o RB Brasil nos primeiros toques da etapa final. O Toro Loko se aproveitou da desatenção da Macaca e empatou no primeiro minuto com um chute do meia da entrada da área. Mas a Ponte também respondeu rapidamente. Após Biro Biro sofrer pênalti de Romário, Cajá mostrou categoria na cobrança para recolocar a Macaca na frente, aos 10 minutos. A partir daí, o RB Brasil se lançou ao ataque e deixou espaços para a Ponte, que teve chance para matar o jogo nos contra-ataque, principalmente com Biro Biro e Rodinei, mas desperdiçou oportunidades claras. E levou pressão no fim. Matheus ainda precisou aparecer nos pés de Geraldo para garantir de vez a vitória alvinegra.

Fonte: Globo Esporte SP

Com provocações, Botafogo e Flamengo fazem clássico no Maracanã



Em um jogo cercado de muita rivalidade e provocações ao longo da semana, Botafogo e Flamengo se enfrentam neste domingo, às 16 horas (de Brasília), no Maracanã, pela sétima rodada do Campeonato Carioca. O Glorioso venceu seus últimos quatro jogos, sendo o mais recente por 2 a 1, diante do Nova Iguaçu, e, com 16 pontos, luta para se manter na liderança. Já o Rubro-Negro, que tem dois pontos a menos, vem de empate por 1 a 1 com o Madureira. Porém, no meio de semana, pela Copa do Brasil, derrotou o Brasil de Pelotas por 2 a 1, no Rio Grande do Sul.

Ao longo da semana o clima foi de provocação. O atacante Bill disse que vai deixar a sua marca contra o Flamengo e mandou um recado ao colega de posição Marcelo Cirino, um dos destaques do Rubro-Negro.

"Pode ter certeza de que vou deixar o meu no clássico e que o Cirino não vai conseguir marcar o dele". A resposta, porém, veio no mesmo tom. "Se ele falou, deixa ele falar. Mas fazer é outra coisa. Quero ver se ele vai fazer mesmo", disse o dianteiro rubro-negro.

Entretanto, responsável por apimentar o clássico, Bill pode desfalcar o duelo no Maracanã. O centroavante sentiu dores na coxa direita, em treinamento realizado na manhã deste sábado, e deixou o gramado amparado por membros da comissão técnica. Caso não reúna condições de jogo, René Simões tem como alternativas ofensivas as seguintes peças: Tássio, Henrique, Sassá, Murilo e André Luís.

A boa notícia na formação de General Severiano fica a cargo do meia Diego Jardel, recuperado de estiramento muscular na coxa direita. O articulador, que já marcou dois gols no Estadual, reaparece na vaga do jovem Fernandes.



"Nós vamos para o nosso primeiro clássico e tentaremos subir mais esse degrau no trabalho que vem sendo desenvolvido ao longo de 2015. O Flamengo é um grande adversário, vem forte para esta temporada e é um dos favoritos ao título. Mas o Botafogo também quer esse Campeonato Carioca e por isso espera um jogo muito equilibrado", afirmou René Simões, comandante do Botafogo.

Vanderlei Luxemburgo, técnico do Flamengo, também espera equilíbrio. "Acredito em um jogo muito equilibrado, porque os dois times estão conseguindo produzir muitas coisas boas no Campeonato Carioca, embora a gente saiba que é apenas o começo do trabalho. O Botafogo está na liderança, se preparou para este torneio com muita seriedade e será nosso primeiro clássico. Por aí vamos ter um tom da dificuldade que ainda vai vir no Estadual".

Para buscar a liderança, Luxemburgo não poderá contar com o volante Victor Cáceres, que sofreu um trauma no pescoço, no compromisso contra o Brasil de Pelotas, e acabou vetado pelo departamento médico. Seu provável substituto é Jonas, contratado junto ao Sampaio Corrêa. Porém, caso opte por reforçar o setor ofensivo, o dono da prancheta rubro-negra pode promover a entrada do atacante Nixon, fazendo companhia a Marcelo Cirino e Alecsandro.

O lateral esquerdo Anderson Pico, que se recupera de uma lesão no menisco externo do joelho direito, também está fora, embora tenha sido inserido na lista da concentração. O meia Everton, com edema na coxa, segue sem poder atuar.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO x FLAMENGO


Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 1 de março de 2015 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Rodrigo Henrique Corrêa (RJ)

BOTAFOGO: Jéfferson; Gilberto, Roger Carvalho, Renan Fonseca e Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Tomas e Diego Jardel; Jobson e Bill (Tássio)
Técnico: René Simões

FLAMENGO: Paulo Victor, Leonardo Moura, Wallace, Samir e Pará; Jonas (Nixon), Márcio Araújo e Canteros; Arthur Maia; Marcelo Cirino e Alecsandro
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Fonte: ESPN